Fases do Luto: Aceitação
De acordo com Kübler-Ross (2008), a aceitação é o último estágio, mas nem
todos pacientes chegam a desenvolvê-la. Esse momento é marcado pela
tranqüilidade por ter se despedido de seus entes queridos e preparar-se para a
morte. O paciente dorme e repousa bastante e esse momento pode ser muito
difícil para os familiares que ainda não aceitaram a morte.
Um paciente que tiver tido tempo necessário (isto é, que não tiver tido uma morte
súbita e inesperada) e tiver recebido alguma ajuda para superar tudo conforme
descrevemos anteriormente atingirá um estágio em que não mais sentirá depressão
nem raiva quanto a seu “destino”. Terá podido externar seus sentimentos, sua inveja
pelos vivos e sadios e sua raiva por aqueles que não serão obrigados a enfrentar a
morte tão cedo. Terá lamentado a perda iminente de pessoas e lugares queridos e
contemplará seu fim próximo com certo grau de tranqüila expectativa. Estará cansado e
bastante fraco, na maioria dos casos. Sentirá também a necessidade de cochilar, de
dormir com freqüência e intervalos curtos, diferente da depressão. Não é um sono de
fuga, nem um instante de descanso para aliviar a dor, um incômodo ou prurido. É uma
necessidade gradual e crescente de aumentar as horas de sono, como um recém-
nascido, mas em sentido inverso. (KUBLER-ROSSubler-Ross, 2008. p. 117.)
É a fase que o paciente lamenta as perdas iminentes e aguarda o fim
tranquilamente. O paciente está fisicamente muito debilitado, cansado e fraco,
sentirá muita necessidade de dormir.
“É quase uma fuga de sentimentos, é como se a dor e a luta estivessem cessado e
fosse chegado o momento do repouso antes da longa viagem, encontra certa paz na
aceitação jda desejando ficar só. É apenas uma questão de tempo até fechar os olhos
para sempre” (SANTOS E SEBASTIANI in CAMONSantos e Sebastiani in Camon (org),
2003).
Segundo Santos e Sebastiani (in Camon (org), 2003), é a família que nesse momento precisa de mais apoio que o próprio paciente.
todos pacientes chegam a desenvolvê-la. Esse momento é marcado pela
tranqüilidade por ter se despedido de seus entes queridos e preparar-se para a
morte. O paciente dorme e repousa bastante e esse momento pode ser muito
difícil para os familiares que ainda não aceitaram a morte.
Um paciente que tiver tido tempo necessário (isto é, que não tiver tido uma morte
súbita e inesperada) e tiver recebido alguma ajuda para superar tudo conforme
descrevemos anteriormente atingirá um estágio em que não mais sentirá depressão
nem raiva quanto a seu “destino”. Terá podido externar seus sentimentos, sua inveja
pelos vivos e sadios e sua raiva por aqueles que não serão obrigados a enfrentar a
morte tão cedo. Terá lamentado a perda iminente de pessoas e lugares queridos e
contemplará seu fim próximo com certo grau de tranqüila expectativa. Estará cansado e
bastante fraco, na maioria dos casos. Sentirá também a necessidade de cochilar, de
dormir com freqüência e intervalos curtos, diferente da depressão. Não é um sono de
fuga, nem um instante de descanso para aliviar a dor, um incômodo ou prurido. É uma
necessidade gradual e crescente de aumentar as horas de sono, como um recém-
nascido, mas em sentido inverso. (KUBLER-ROSSubler-Ross, 2008. p. 117.)
É a fase que o paciente lamenta as perdas iminentes e aguarda o fim
tranquilamente. O paciente está fisicamente muito debilitado, cansado e fraco,
sentirá muita necessidade de dormir.
“É quase uma fuga de sentimentos, é como se a dor e a luta estivessem cessado e
fosse chegado o momento do repouso antes da longa viagem, encontra certa paz na
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